domingo, 21 de janeiro de 2024

Santa Inês

Seu nome vem do grego, que significa pura. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá) que só a deixaria após o casamento. 

Santa Inês tinha cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela; segundo a tradição, era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus. De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor; e fez este compromisso. O jovem não sabia e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia ‘não’. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque sob o império de Diocleciano, era correr risco de vida. Quem renunciasse Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, se tornava um mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos. 

Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois diante das autoridades e do imperador, ela se disse cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que pegaram-na e a levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado. 

Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram, então, degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo. 

Santa Inês tem uma basílica que foi consagrada a ela no lugar onde foi enterrada. 

Santa Inês, rogai por nós!

sábado, 20 de janeiro de 2024

São Sebastião

São Sebastião nasceu em Narbona, no ano de 256. Pertencia a uma família cristã e foi batizado ainda criança. 

Mudaram-se para Milão, Itália, e lá realizou seus estudos e seguiu a carreira militar de seu pai. 

Foi um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano. 

Sebastião não participava dos martírios e idolatrias do povo romano, pois, apesar de pertencer ao exército romano, ele era cristão. 



*Na Juventude* 

Homem de muita fé, Sebastião sempre ajudava seus irmãos, com o intuito de abrir a mente e o coração de cada um. 

Falava a soldados e prisioneiros e também ajudava da forma que podia aos doentes e aos que mais necessitavam. 



*Condenado a morte* 

O Império romano era governado por Diocleciano, que havia ordenado uma dura perseguição aos cristãos. 

O imperador soube que haviam cristãos infiltrados em seu exército e ordenou que fossem expulsos. 

Logo descobriu que Sebastião era cristão. 

Furioso, o imperador ordenou que Sebastião renunciasse a sua fé. 

Mas Sebastião recusou-se, enfurecendo ainda mais o imperador. 

Para dar o 'exemplo' para os outros, o imperador ordenou que amarrassem Sebastião num poste para ser morto a flechadas. 

O deixaram muito ferido, sangrando, e foram embora achando que ele estava morto. 

Logo uma mulher muito cristã chamada Irene, apareceu ao local e percebeu que Sebastião estava vivo. 

Ela o levou para sua casa e cuidou de seus ferimentos. 



*Martírio* 

Recuperado, Sebastião não se escondeu e voltou a realizar suas pregações. 

Apresentou-se novamente ao Imperador, pedindo que parassem de perseguir os cristãos. 

Diocleciano não o ouviu e ordenou que Sebastião fosse açoitado até a morte. 

E assim fizeram, jogando seu corpo em uma fossa, para que não fosse encontrado e honrado como mártir. 

Mas Sebastião apareceu a uma mulher chamada Lucina na noite seguinte a seu martírio, revelando-lhe onde seu corpo se encontrava e disse para sepultá-lo próximo aos restos dos apóstolos. 

São Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, ele é celebrado no dia 20 de janeiro.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Santo Antão

Pai do monaquismo cristão, Santo Antão nasceu no Egito em 251 e faleceu em 356; viveu mais de cem anos, mas a qualidade é maior do que a quantidade de tempo de sua vida, pois viveu com uma qualidade de vida santa que só Cristo podia lhe dar. Com apenas 20 anos, Santo Antão havia perdido os pais; ficou órfão com muitos bens materiais, mas o maior bem que os pais lhe deixaram foi uma educação cristã. Ao entrar numa igreja, ele ouviu a proclamação da Palavra e se colocou no lugar daquele jovem rico, o qual Cristo chamava para deixar tudo e segui-Lo na radicalidade. Antão vendeu parte de seus bens, garantiu a formação de sua irmã, a qual entrou para uma vida religiosa. 

Enfim, Santo Antão foi passo a passo buscando a vontade do Senhor. Antão deparou-se com outra palavra de Deus em sua vida: “Não vou preocupeis, pois, com o dia de amanhã. O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado”(Mt 6,34). O Espírito Santo o iluminou e ele abandonou todas as coisas para viver como eremita. Sabendo que na região existiam homens dedicados à leitura, meditação e oração, ele foi aprender. Aprendeu a ler e, principalmente a orar e contemplar. Assim, foi crescendo na santidade e na fama também. 

Sentiu-se chamado a viver num local muito abandonado, num cemitério, onde as pessoas diziam que almas andavam por lá. Por isso, era inabitável. Ele não vivia de crendices; nenhum santo viveu. Então, foi viver neste local. Na verdade, eram serpentes que estavam por lá e , por isso, ninguém se aproximava. A imaginação humana vê coisas onde não há. Santo Antão construiu muros naquele lugar e viveu ali dentro, na penitência e na meditação. As pessoas eram canais da providência, pois elas lhe mandavam comida, o pão por cima dos muros; e ele as aconselhava. Até que, com tanta gente querendo viver como Santo Antão, naquele lugar surgiram os monges. Ele foi construindo lugares e aqueles que queriam viver a santidade, seguindo seus passos, foram viver perto dele. O número de monges foi crescendo, mas o interessante é que quando iam se aconselhar com ele, chegavam naquele lugar vários monges e perguntavam: “Onde está Antão?”. E lhes respondiam: “Ande por aí e veja a pessoa mais alegre, mais sorridente, mais espontânea; este é Antão”. 

Ele foi crescendo em idade, em sabedoria, graça e sensibilidade com as situações que afetavam o Cristianismo. Teve grande influência junto a Santo Atanásio no combate ao arianismo. Ele percebeu o arianismo também entre os monges, que não acreditavam na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antão também foi a Alexandria combater essa heresia. Santo Antão viveu na alegria, na misericórdia, na verdade. Tornou-se abade, pai, exemplo para toda a vida religiosa. Exemplo de castidade, de obediência e pobreza. 

Santo Antão, rogai por nós!

domingo, 30 de setembro de 2012

10ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA

Santo Estevão

Os pais de Santo Estevão, o Jovem, não tinham filhos. Residia em Constantinopla, Turquia. A futura mãe de Estevão desejava ter um filho, por isso recorreu com muita fé e confiança á Virgem Maria, suplicando que lhe desse um filho.
Tal como em certa ocasião Ana, a mãe de Samuel, orou a Deus para que lhe desse um filho, assim também fez Ana, a mãe de Estevão. Ia frequentemente á Igreja e rezava diante de uma imagem da Virgem, ela viu a Santíssima Virgem radiante como o sol, e ouviu uma voz vinda da imagem: "O teu sofrimento terminou, a tua oração será atendida." Ana de fato concebeu e deu à luz um filho, o santo Estevão.Ela o consagrou a DEUS.
Sua santidade atraiu para ele muitos discípulos. Enquanto o Imperador Constantino Coprônimo perseguia imagens com maior ferocidade do que o seu tolo pai Leão, o Isauriano, Estevão mostrou-se um zeloso defensor da veneração das imagens dos santos . O imperador demente aceitou várias calúnias obscenas contra Estevão e pessoalmente tramou intrigas para quebrantar Estevão e tirá-lo do seu caminho. Estevão foi banido para a ilha de Proconeso e depois levado a Constantinopla, acorrentado e lançado à prisão, onde veio a encontrar 342 monges, trazidos de toda parte e aprisionados por venerarem as imagens dos Santos.
Ali, na prisão, eles cumpriam o Típico inteiro da Igreja, como num mosteiro. Então o pérfido imperador condenou Estevão à morte. O santo previu sua morte com quarenta dias de antecedência e pediu perdão aos irmãos. Os serviçais do imperador arrastaram-no da prisão e, aos murros e empurrões, arrastaram-no pelas ruas de Constantinopla, convocando todos os que fossem leais ao imperador para apedrejarem esse "inimigo do imperador". Um dos hereges acertou o santo na cabeça com um pedaço de madeira e o santo rendeu a sua alma. Assim como Santo Estevão Protomártir sofreu nas mãos dos judeus, também este Estevão sofreu nas mãos dos hereges. Esse glorioso soldado do Cristo sofreu o martírio em 767, aos cinquenta e três anos de idade, e foi coroado com a glória imperecível.
Maria é Mãe e não podia de atender ás preces angustiantes de uma mãe que pedia com tanta confiança e fé.

sábado, 21 de abril de 2012

9ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA Nossa Senhora Estrela do Mar

9ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA Nossa Senhora Estrela do Mar Em 636, em Boulogne, França, um barco vazio e sem leme atracou – se à praia. Trazia apenas uma estátua da Virgem Maria com o menino Jesus. Um grupo de curiosos foi ver. Nesta ocasião, Nossa Senhora apareceu a eles e lhes disse que tinha escolhido aquela cidade para dispensar suas graças. O povo construiu uma igreja e começaram as peregrinações. A estátua milagrosa foi destruída durante a Revolução Francesa. Somente a mão se salvou e ainda hoje é exposta à veneração dos fieis. Em 1886 foi construída uma nova igreja, onde foi colocada uma cópia da antiga imagem e é venerada co m o titulo de Estrela do Mar. E como acontece em todos os Santuários Marianos, a Boulogne também o povo ocorre para rezar e se encontrar com Maria e através dela com seu Filho Jesus.

8ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA Nossa Senhora Auxiliadora

8ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA Nossa Senhora Auxiliadora No ano de 626, no assédio de Constantinopla pelos persas, o patriarca Sérgio convocou todos os sitiados para pedir juntos a ajuda da Virgem Maria. Aconteceu que no 11º dia do assédio foi visto uma bela Senhora, acompanhada de duas aias, saindo de uma igreja para ir ao campo dos persas.O povo julgou que fosse a imperatriz que tivesse ido levar alguma mensagem ao chefe das forças inimigas. Mas a imperatriz continuava dentro da cidade e aquela Senhora saiu e não mais retornou a cidade. Desapareceu. Logo depois, no campo persa houve tamanha confusão que os persas se obrigaram a interromper o assédio. Os cristãos atribuíram isso à intervenção de Nossa Senhora, que assumiu a figura de uma Senhora para salvar a cidade de Constantinopla, atendendo o apelo do povo assediado, que rezou com seu pastor pedindo proteção. Nossa Senhora sempre atende nas necessidades quando com fé se pede o seu auxílio.